Duas Escolas Diferentes

13/Outubro/2009

Na maioria absoluta das publicações sobre a escola pública, as dificuldades aventadas pelos críticos são específicas dos problemas crônicos do antigo ginásio, que permanecem no ensino fundamental, a partir da 5ª série. A alta mobilidade dos professores, o excessivo número de classes e de alunos diferentes, a desvinculação do professor da escola, além de outros problemas referentes aos currículos e elementos burocráticos, inviabilizam um adequado acompanhamento dos alunos. Embora haja muita pressão para ser evitada, a reprovação ainda atinge significativas porcentagens, principalmente porque a introdução em um sistema completamente diferente, fundamentado em dados colhidos nas mazelas do antigo ensino secundário e imposto de maneira abrupta, dificulta a adaptação do aluno. Isto ficou deveras expresso, num artigo de Rose Neubauer,[1] então Secretária de Educação do Estado de São Paulo, no qual ela afirma que “o bom professor, pasme, era aquele que reprovava muitos alunos. O saber era propriedade de uma elite. O caminho para atingi-lo era o mais inóspito possível”. Todavia, colocar o antigo ensino primário paulista na mesma situação é, no mínimo, ignorância ou desprezo pela história de uma instituição, na qual, o status da professora era medido pelas aprovações e não pelo número de alunos reprovados. Além do mais, falar que o saber “era propriedade de uma elite”, no ensino primário, é também ignorar que os alunos das atuais favelas das grandes cidades eram os alunos que aprendiam a ler e a escrever, em grupos escolares e escolas isoladas instalados da zona rural, graças ao esforço de professores e professoras que tinham a coragem de enfrentar as condições desfavoráveis, da época. É lamentável que uma Secretária da Educação ignore um recente passado que poderia ser descoberto com a simples leitura dos escritos do professor Azanha,[2] testemunha e participante dessa realidade, quando a administração Ulhoa Cintra tentou alterar as normas do ensino secundário onde o saber, na época, “era propriedade de uma elite”.

“A resistência do magistério secundário foi de tal ordem que obrigou a Administração a uma providência radical, na época extremamente combatida, de responsabilizar o professor pela reprovação do aluno – uma coisa banal que, na escola primária, sempre havia sido feita. (…) No final de 1968, os índices previstos de reprovação no ginásio eram de 85% a 90% na primeira série, ou seja, aquilo que era uma política de Educação estava sendo pedagógica e equivocadamente anulado no âmbito da escola. Para corrigir essa situação, a Administração lançou mão de uma medida radical, na época, que foi a de atribuir pontos por alunos aprovados, que pesavam na futura escolha de aulas pelo professor. Isso sempre ocorreu no ensino primário. Não era medida inédita no Estado de São Paulo, era inédita no ensino secundário”. (Os grifos são meus)  

Na verdade, é da 5ª série em diante o espaço onde se concentra, até hoje, verdadeiramente o problema das reprovações e evasão. Isto também ficou patente no “Senso Educacional 2000”, divulgado em 27 de agosto de 2001, como resultado positivo das providências levadas a efeito pelo MEC. Seria, pois, importante e necessário haver maiores cuidados na seleção e interpretação de dados sobre educação. Mais cuidado ainda, com as referências e resultados de estudos realizados no ensino fundamental, porquanto é, com certeza, inadequado confundir ou igualar o ensino realizado nas primeiras séries e nas séries finais. Haja vista que o próprio  MEC, em suas avaliações, faz essa distinção, corretamente. Uma revisão feita nas estatísticas do Ministério da Educação, por C.M. Castro,[3] desmente afirmações insertas no artigo de Rose Neubauer e faz cair por terra o mito da evasão escolar.“As últimas estimativas mostram que apenas 1,9% dos alunos, inicialmente matriculados na primeira série, deixa de chegar à segunda. Não há virtualmente evasão na primeira série. Mais ainda, a evasão é mínima na segunda e na terceira séries. É só a partir da quarta que começa a haver uma deserção importante (18,4%)”O que levou a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo a separar as escolas de 1º grau, reunidas por determinação da reforma do ensino que instituiu a escola de oito anos, mostra muito bem que é preciso aceitar, de uma vez por todas que, embora estejam novamente, teórica e legalmente, unidas pela atual LDB, há dois sistemas diferentes em duas escolas distintas, dentro do ensino fundamental.

 


[1] Artigo publicado no jornal “Folha de São Paulo”, em 07/10/2000.

[2] Embora tenha citado o prof. AZANHA, com certeza, não leu o trecho transcrito do livro  Educação – Alguns Escritos, Nacional, 1987.

[3] CASTRO, C.M. Educação Brasileira, Rocco, 1994.


OUTRA TRAPALHADA DO GOVERNADOR

29/Junho/2009

O governo do Estado, com fundamentação pretensamente inovadora, sanciona uma nova lei que ‘obriga a escola a informar as faltas dos alunos’. Esquece-se novamente que as visitas efetuadas nas residências de alunos faltosos era rotina no antigo Ensino Primário. Os professores se preocupavam porque, em geral, tais alunos eram principalmente aqueles que se atrasavam nos estudos ou que apresentavam algum tipo de indisciplina ou problema de comportamento. Mais uma vez, tal medida lembra uma questão corriqueira, isto é, era um procedimento normal, de rotina, no Ensino Primário, porém, inexistente no Ensino Secundário. Não era inédito no Estado, mas era inédito no Ensino Secundário!
Estas providências eram corriqueiras no antigo Ensino Primário porque o professor primario era favorecido pelo contacto direto com alunos que permaneciam com o mesmo professor, durante todo ano. Ao contrário, no antigo Ensino Secundário e, ainda hoje no ensino de 5ª a 8ª séries, o contacto com alunos continua dificultado porque os professores lecionam em várias escolas, em séries diferentes, além do acúmulo de aulas durante a semana.
Estes fatos são ignorados ou desprezados pelos especialistas que assessoram o secretário da educação. Pois é necessário que o Governador, como canditado à presidência, esteja acreditando que está “reinventando a republica”!


Mais uma trapalhada do Governador de S. Paulo

17/Junho/2009

O governo do Estado, com fundamentação pretensamente inovadora, sanciona uma nova lei que ‘obriga a escola a informar as faltas dos alunos’. Esquece-se novamente que as visitas efetuadas nas residências de alunos faltosos era rotina no antigo ensino primário. Os professores se preocupavam porque, em geral, tais alunos eram principalmente aqueles que se atrasavam nos estudos ou que apresentavam algum tipo de indisciplina ou problema de comportamento. Mais uma vez, tal medida lembra uma questão corriqueira, isto é, era um procedimento normal, de rotina, no ensino primário, porém, inexistente no ensino secundário. Não era inédito no Estado, mas era inédito no ensino secundário!


Os “avanços” da educação em São Pauo

11/Maio/2009

Em propaganda do PSDB, na televisão, o Governador anunciou que, além da professora efetiva, seria contratada mais uma professora, para promover e incentivar o ensino, nas primeiras séries do Ensino Fundamental.
Uma “medida inédita” também tramita no Senado: um projeto de lei que cria uma “residência para professores, nos moldes da residência médica, com pagamento de bolsa para os formandos no período de residência”.
Mais uma vez, se esquece um passado não muito remoto, quando professores recém formados, os chamados ‘substitutos efetivos’, do antigo ensino primário, estagiavam nos Grupos Escolares. Além do trabalho nos estágios permitir muito aprendizado útil, ainda se dispunha de mais um elemento a auxiliar as professoras efetivas nas salas de aula. Seria interessante relembrar o trabalho desenvolvido por estes estagiários, desde o Império até a década de 1960, momento em que foram dispensados, segundo o argumento de estarem sendo explorados, pelo serviço público, pois exerciam uma função não remunerada.
Com certeza, tudo isso tenha sido lembrado por alguém que, a par da legislação do antigo Ensino Primário, estimulou a assessoria da educação a fazer uma avaliação do passado e, aprendendo com os fracassos e conservando as experiências positivas, recomendou a implantação dessa medida, como se fosse, naturalmente, uma nova descoberta do senhor Governador!


Trapalhadas do Governador

26/Abril/2009

Embora a avaliação, de 4 em 4 anos, tenha sido uma imposição da ‘progressão continuada’, durante o Governo Mario Covas, de agora em diante, “a avaliação vai ser feita a cada dois anos e não mais em 4, como ocorre hoje”. Além disso, “continua a não haver repetência no ensino fundamental, mas os alunos que não puderem prosseguir pertencerão a classes especiais de recuperação”. Segundo a Secretária, tais classes serão implantadas, inicialmente, só na Grande São Paulo. “Ao final do ano, a idéia é que o aluno que fez o PIC tenha condições de voltar a uma sala regular no ano seguinte”.
Se sua assessoria fosse competente e honesta, tanto o Governador como a Secretária ficariam sabendo que a preocupação com os “alunos que não puderem prosseguir” é tão velha quanto a idade da escola, pois a organização dos alunos, na primeira série, do antigo ensino primário, separados em secções – A, B e C, – tinha justamente tal preocupação, desde o tempo do Império! Tomaria conhecimento, ainda que, entre 1960 e 1970, realizara-se uma renovação do ensino no Estado de São Paulo, quando foram instituídos os níveis de ensino: Nível I (1ª e 2ª séries) e Nível II (3ª e 4ª séries) e criadas, pela primeira vez, as classes de recuperação! Para tanto, bastaria folhear documentos do antigo Serviço de Orientação Pedagógica, instituído durante a administração Ulhoa Cintra, na Secretaria da Educação, do Estado de São Paulo ou então ler um livro do prof. Azanha, escrito em 1987.
Infelizmente, estas providências foram abandonadas, com a posse de uma nova administração que, de acordo com o velho ramerrão, se pôs a começar tudo de novo…


POR QUE INSISTIR?

2/Setembro/2008

Na verdade, não se pode esconder ou disfarçar que, desde a implantação dos chamados PCNs, em 1997, todas as avaliações instituídas, inclusive as mundiais, continuam provocando sustos nos meios educacionais, pela constatação de piores fracassos recorrentes. Por isso, nunca é demais insistir na analise-crítica da forma artificial e açodada como foram eles elaborados e instituídos, sobretudo, em relação à  marginalização dos professores.
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Ainda, Hawking…

1/Agosto/2008

Para aqueles que fizeram comentários a respeito de Hawking, eis o trecho da entrevista de Mario Novelo, de onde retirei idéias para o meu post:

Mas a ciência também erra, não?

Quando você ouve que Einstein fez uma nova Teoria da Gravitação mostrando que Newton estava errado, não é nada disso o que aconteceu. Newton não estava errado. O que Einstein fez foi determinar que a teoria de Newton se aplica apenas em certas circunstâncias. Por que isso aconteceu? Porque, do século 17 até o começo do século 20, não tínhamos dados observacionais para mostrar até onde a teoria de Newton era válida. A ciência sempre faz uma extrapolação do que é demonstrado, justamente para que, mais adiante, se possa colocar os limites. Não houve um erro, mas a delimitação da aplicabilidade da teoria. E é assim mesmo que funciona. Hoje, estamos usando a teoria de Einstein em todas as circunstâncias. Ao fazer assim, vamos encontrar – ou não – contradições com a observação ou com outras teorias. Nesse momento, a sua teoria será ultrapassada – mas nunca negada na região onde ela foi compravadamente validada. Dizer que a ciência está sempre errando não é verdade. Ela praticamente nunca corrigiu o passado.

O entendimento do buraco negro é um erro, não?

Sobre isso, há o estudo de um físico russo mostrando que aquele resultado a que Stephen Hawking chegou – e que deu fama a ele – não é verdadeiro. Hawking concluiu que o buraco negro emite radiação e, portanto, não poderia ser negro. Esse cientista chama-se Vladimir Belinski e está aqui no Brasil no momento, em nossa conferência. Fez-se a crítica e é assim mesmo que funciona. Como o fim da história, o fechamento da ciência é uma idéia simplista.

No caso do buraco negro, então, a ciência errou.

O grande erro foi a transformação de Hawking em mito. Ele foi chamado até mesmo de um novo Einstein. O que Einstein fez durou 100 anos e ainda vai durar algumas décadas. Hawking teve uma mídia internacional fantástica. Uma Breve História do Tempo vendeu 1 milhão de exemplares. Duvido que mais de 300 pessoas tenham entendido aquele livro. O mito Hawking é um problema da sociologia – não tem nada a ver com ciência.


Qual Escola?

23/Julho/2008

Segundo a descoberta de H.G. de Castro, atual Secretária de Educação do governo de São Paulo, em entrevista à Revista VEJA de 13 de fevereiro de 2008, culpar o estado  por todos os males da escola é “uma visão atrasada”, no Brasil.. “Não acho razoável que o professor nunca tenha nenhuma responsabilidade sobre o resultado final de seus alunos”.

Para refrescar a memória da senhora Secretária, uma pesquisa coordenada por Tereza Peres, realizada pela Fundação SM Organização dos Estados Ibero-americanos, indica que “temos de fugir da tendência de culpar ou paternalizar os professores. É preciso dar condições de trabalho e compromissá-los com a eficiência do processo pedagógico”. Além disso, os dados obtidos em entrevista com professores sugerem que a “progressão continuada” pode ser um dos fatores determinantes da falta de esforço e pouca responsabilidade dos estudantes.

A senhora secretária, na verdade, faz coro com os críticos de plantão, focando os professores das séries finais do ensino fundamental, porque, na realidade, eles, diferentemente dos professores das primeiras series, nunca tiveram “responsabilidade sobre o resultado final de seus alunos”. No antigo ensino secundário e, agora, no ensino fundamental de 5ª a 8ª séries, esta é uma velha questão recorrente e, ainda, não resolvida.

Na década de 1960, a resistência dos professores do ensino secundário, diante do ingresso maciço de crianças na escola secundária que, naquele instante, era um problema de policia educacional e de democratização da educação, fez com que a administração Ulhoa Cintra, se propusesse “a responsabilizar o professor secundário sobre o resultado final de seus alunos”.Para tanto, lançou-se mão de duas medidas radicais, na época, extremamente combatidas:responsabilizar o professor pela reprovação do aluno – uma coisa banal que, na escola primária, sempre havia sido feita e atribuir pontos por alunos aprovados, que pesavam na futura escolha de aulas pelo professor. Isso sempre ocorreu no ensino primário. Não era medida inédita no Estado de São Paulo, era inédita no ensino secundário”. AZANHA, J.M.P. educação  alguns escritos, Nacional, 1987. (Os grifos são meus).

Havia também uma outra diferença fundamental. O compromisso assumido pelo antigo professor primário, perante seu trabalho pedagógico, ou seja, a “responsabilidade pelo resultado final de seus alunos”, tinha como recompensa, não só a atribuição de pontos na classificação dos concursos de ingresso e remoção, mas também o status de professor competente e valorizado nos relacionamentos com a comunidade. A  competição, amparada pela recompensa recebida, era acirrada e, como se vê, prescindia de remuneração pecuniária.

Tudo isso, portanto, vem confirmar, mais uma vez, que todos os problemas levantados a respeito de qualidade de ensino se concentram, principalmente, nas séries finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio.

 

 


Estágio que virou Residência!

25/Junho/2008

Ao tomar conhecimento de nova legislação sobre estágios, Claudio M. Castro anota que há aqueles que acusam o estágio “como forma de emprego a baixo custo ou empregos simplórios para estudantes”. Entretanto, além de financiar os estudos, o trabalho realizado nos estágios permite-lhes muito aprendizado útil.
O autor descreve bem o que aconteceu também com os chamados “substitutos efetivos” que, no antigo ensino primário, estagiavam nos Grupos Escolares,  quando foram dispensados por argumentos semelhantes. Leia o resto deste post »


As críticas se referem a quais escolas? III

12/Maio/2008

Até quando os críticos e pesquisadores vão continuar a confundir as duas escolas existentes no ensino fundamental? Dolorosa interrogação!
No Brasil, todos os levantamentos e pesquisas, em educação, apontam para o sucesso da universalização do acesso ao ensino fundamental, mas a educação de qualidade, entretanto, ainda é uma questão pendente em todos os níveis de ensino.
Então, era preciso saber o que tem comprometido a qualidade do ensino público. Eis alguns dados publicados pela mídia nativa. Leia o resto deste post »


A que escolas se referem os críticos? II

10/Maio/2008

Ao analisar a escola, em sua evolução histórica, evidencia-se que o ensino fundametal (1ª a 8ª ou 9ª séries) se divide em duas escolas diferentes: uma de 1ª a 4ª séreies (o antigo ensino primário) e outra de 5ª a 8ª ou 9ª séries (o antigo ginásio).
Essa separação continua viva, mesmo depois a experiência malograda, proposta pelo governo militar e sua reincidência na atual LDB. O governo Mario Covas, muito bem assessorado, percebeu tal desencontro e separou, acertadamente, as duas escolas, em prédios próprios.
Todavia, os críticos continuam a analisar o ensino fundamental como se fosse uma única escola, mas pelo viés da atuação do antigo ginásio. Leia o resto deste post »


A que escolas se referem, os críticos?

28/Abril/2008

             Em um contexto escolar, as atividades daquele que ensina, os conteúdos e procedimentos daquilo que é ensinado e os alunos aos quais o ensino se dirige constituem um objeto integrado e complexo, com dinâmicas tão específicas e peculiares que a eventual descontextualização de um ou mais de seus elementos pode obnubilar ou impedir a compreensão, ainda que elementar, desse fenômeno e das relações que o constituem. Leia o resto deste post »


Evasão e repetência – uma história esquecida?

11/Abril/2008

O problema da repetencia e da evasão nas primeiras séries do ensino fundamental está normalmente ligado a certos fatores externos à escola. Não é a criança bem nutrida , classe média, amparada e acompanhada pelos pais que fracassa. Quase sempre, é a criança que já traz para a escola problemas que não consegue superar, para os quais a escola não oferece soluções. Então, a grande massa daquelas que fracassam é de crianças que deveriam ter um tratamento diferenciado, não para resolver aqueles impedimentos de origem extra-escolar, mas pelo menos para tentar atenuar seus efeitos, em vez de agravá-los, como costuma ocorrer. Leia o resto deste post »


Os “avanços” da educação em São Paulo

7/Abril/2008

O Governador de São Paulo declarou, em entrevista exclusiva, que a educação, no Estado, estava a dar mais um “enorme avanço”, pois a Secretaria da Educação acabava de instituir o Boletim Escolarno qual estaria registrado toda vida do aluno na escola, para que os pais tivessem conhecimento da conduta e adiantamento dos filhos”! Leia o resto deste post »


O mito Stephen Hawking

6/Abril/2008

Com o aparecimento do mais recente livro de Hawking, “Deus um delírio” – seria interessante conhecer o estudo realizado pelo físico russo Vladimir Belinski. Em entrevista ao Jornal da Ciência, Gleiser conta que V. Belinski mostrou que aquele resultado ao qual Hawking havia chegado – e que deu fama a ele – não era verdadeiro. “Fez-se a crítica e é assim mesmo que funciona. Como o ‘fim da história’, o ‘fechamento da ciência’ é uma idéia simplista”. Leia o resto deste post »


Mais um conselho ao governador de São Paulo

27/Janeiro/2008

Para que não houvesse tanto vexame, seria bom que os assessores da Sec. da Educação assoprasse, nos ouvidos do ilustre Governador, o que segue: Leia o resto deste post »


E la nave va…

12/Dezembro/2007

O artigo de Claudio de Moura Castro, intitulado “Falsos Estágios?”, descreve bem o que aconteceu com os substituos efetivos, do antigo ensino primário, que estagiavam nos Grupos Escolares, quando foram dispensados, pelos mesmos argumentos expostos pelo autor do artigo. Leia o resto deste post »


E la nave va..

17/Outubro/2007

Enquanto o Governador de S. Paulo “descobriu a pólvora”, com seus retumbantes avanços na educação, o Ministro da Educação, maravilhado diante de escolas públicas excelentes, também, “descobriu a América”! Leia o resto deste post »


E la nave va…

27/Setembro/2007

Desta vez, o preclaro Governador de São Paulo declarou, em entrevista exclusiva, que a educação em São Paulo estava a dar mais um enorme avanço. Leia o resto deste post »


E la nave va…

12/Setembro/2007

O ilustre Governador do Estado está muito mal assessorado pela sua Secretaria da Educação. Ou a senhora Secretária e seus assessores também desconhecem ou ignoram a história ou temem discordar do preclaro, mas ignaro, Chefe. Leia o resto deste post »