Uma discussão sem-fim

22/Novembro/2006

A revista Educação e Pesquisa v. 32 n.1 jan.abr.2006 publicou um artigo questinando o Relatório final do Grupo de Trabalho – alfabetização infantil – os novos caminhos, publicado pela Câmara dos Deputados em 2003. Leia o resto deste post »


Uma escola de elite

21/Novembro/2006

A confusão teórica focada na crítica à reforma Capanema que colocava o Grupo Escolar como a escola centrada na disciplina, nos exames, nas provas, nas sabatinas etc, excluindo as camadas populares, consiste especificamente numa clara alusão ao Ginásio e não ao Grupo Escolar que abrigava o antigo ensino primário. Leia o resto deste post »


Evasão e reprovação – um sério desacordo

17/Novembro/2006

Para aqueles que se julgam num patamar tão elevado do saber, está sendo muito difícil admitir que todo modelo de intervenção em escolas, baseado no conhecimento externo de especialistas, tende a retirar o poder e a criatividade dos professores, pois, como lembra S.T.S. Penin, “a aproximação da educação com o saber científico sempre representou um desconforto, dado que ele nunca esgotou ou equacionou devidamente os fenômenos educacionais e do ensino”. Leia o resto deste post »


Uma escola tradicionalista?

14/Novembro/2006

As críticas generalizam uma “escola tradicional”, descrevendo-a como centrada em um professor cuja aula se caracteriza pelo “verbalismo” e “imposição de sua autoridade”. Leia o resto deste post »


Por que um só caminho?

9/Novembro/2006

Segundo B. Cardoso, o professor é um agente curricular. “É ele quem faz, através do ensino, a mediação entre objeto de conhecimento e aprendizagem. É ele quem toma decisões de como atuar e ensinar. Por isso, apesar de muitas tentativas, ninguém foi capaz de transformar o professor em mero executor de tarefas, mesmo em face de seu alegado despreparo”. Leia o resto deste post »


Por que um só caminho?

9/Novembro/2006

Por que milhares de professores precisam seguir os mesmos caminhos, cumprir idênticos passos? pergunta S. Kramer. Leia o resto deste post »


Escola – Um lugar de diversão?

6/Novembro/2006

É evidente que a escola pode e deve melhorar, inclusive caminhando para se tornar mais agradável. Mas isso não quer dizer que se transforme em um ambiente divertido, isento de atividades desinteressantes, pois, um dos propósitos fundamentais da educação é justamente ensinar que o mundo não é um imenso parque de diversões e que, nele, existem obrigações que devem ser cumpridas. Leia o resto deste post »