Os assessores da Secretária da Educação de São Paulo (Estado) deveriam ler um artigo de Claudio Moura Castro, na revista VEJA, de 4 de abril de 2007. Considero bem provável que nunca ouviram falar em C.M.C., por isso, a educação vai tão mal em nosso Estado.
Pra quem não leu, vai lá um resumo. Louvando a avaliação feita numa escola do Piauí, ele lembra a Finlândia. “O que mais haverá de comum entre a Filândia e o Piauí? É simples, ambos praticam a teoria do feijão com-o-arroz educativo”. E, talvez, para susto dos assessores e especialista: “Provavelmente, os professores nunca ouviram nos autores nem nas terorias da moda pedagógica. Contudo, conhecem muito bem os assuntos que ensinam e aprenderam a ensinar.
De fato, pedagogia para eles significa saber ensinar cada ponto da matéria. Há muita ênfase em aplicar as terorias em problemas da vida real – em vez de decorar fatos, fómulas e definições”.
Na verdade, para C.M.C., os sistemas educativos que deram certo no mundo São simples, óbvios e robustos. Praticam o feijão-com-arroz da educação. Seria bom que os especialistas deste triste País refletissem sobre isto e dessem um valor maior para as práticas vividas nas salas de aula.
Naturamente, esse feijão-com-arroz não coincide com suas teorias miraculosas implantadas açodadamente nas desiquilibradas (por isso mesmo)escolas de São Paulo.